Mostrando postagens com marcador Review. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Review. Mostrar todas as postagens

11 agosto 2011

The World Ends With You

0 comentários

Seu nome é Neku Sakuraba.

Você acorda no meio de uma rua movimentada no bairro japonês de Shibuya, Tóquio. Você não se lembra de como veio parar ali. Aliás, você não se lembra de quase nada.

Você repara que enquanto estava desacordado, segurava em sua mão um "pin", um objeto parecido com um bóton. As pessoas também te ignoram, como se não conseguissem te ver.

É nesse momento que você percebe que o bóton, de alguma forma, te dá o poder de ler a mente das pessoas.

Obviamente.

Seu telefone toca. É uma mensagem. "Vá para a rua 104. Você tem 60 minutos. Falhe e seja apagado". Você tenta deletar a mensagem, mas não consegue. Você sente um ardor na palma da mão direita e vê que subitamente apareceu uma contagem regressiva. Você agora tem 59 minutos e 59 segundos.

E aí você é atacado por sapos gigantes, e sua única opção é sair correndo.

É assim que começa The World Ends With You (It's a Wonderful World, no original em japonês), chamado carinhosamente pelos fãs de "TWEWY".

TWEWY é na minha opinião, um dos (senão o melhor) jogo do repertório do Nintendo DS. É facilmente reconhecível como um RPG japonês (Como Final Fantasy e Kingdom Hearts, ambos também feitos pela mesma companhia, a  Square Enix). Porém, TWEWY tem algumas diferenças vitais que o fazem se destacar do resto dos JRPGs de protagonistas emos com espadas de dois metros e meio.
Primeiro de tudo, é a história. Como já devem ter notado pelo exemplo que eu coloquei acima, a história é meio confusa no início, mas com o tempo, tudo faz sentido.

Como já foi dito, você é Neku Sakuraba, um garoto que não consegue se lembrar do seu passado. Você se vê preso no Underground (abreviado como UG), que é como um universo paralelo para onde são mandadas as almas de alguns mortos escolhidos, onde você pode ver e até interagir com as pessoas do mundo real (ou Realground), porém você é invisível para essas.

O propósito do UG é ser o palco para o Jogo dos Reapers. A única regra do jogo é sobreviver por 7 dias. Chegue inteiro até o final, e volte para o Realground, vivo de novo. Perca, e seja apagado.

09 julho 2011

Yume Nikki

0 comentários
Não vá dormir.

E agora, algo completamente diferente.

Lembram da época que eu fazia reviews?

Poisé, dessa vez eu vou falar de um jogo pra computador, que vocês podem inclusive baixar de graça nesse link. Eu recomendo vocês lerem a review e depois irem baixar.

Ou sei lá, comecem a baixar e leiam a review.

Ou não baixem. Tanto faz.

Mas é. Yume Nikki é um jogo indie japonês para computador. Combinação ideal. O curioso é que o jogo foi completamente feito por uma pessoa só, conhecida apenas pelo pseudônimo "Kikiyama", usando o RPG Maker 2003. E ele fez tudo: Sprites, mapas, texturas, música. Tudo.

22 junho 2011

Devil May Cry 3 Review

1 comentários
Olá galera! 6u9
Esqueceram que eu também faço reviews, né? Pois é, finalmente eu farei uma review do jogo Devil May Cry 3.


21 março 2011

Scribblenauts

0 comentários
"Escreva qualquer coisa. Crie qualquer coisa."

Poisé, meus cheirosos leitores. Vocês acharam que só porque eu estou escrevendo uma série eu parei de fazer reviews? Nheca.

Aqui estou eu com um jogo que alguns de vocês provavelmente já devem ter ouvido falar, para o Nintendo DS.

Scribblenauts é um jogo no estilo platformer, que apresenta elementos nunca antes vistos na história dos jogos. Scribblenauts foi publicado pelos estúdios Warner (sim, a Warner do Pernalonga) e desenvolvido pela 5th cell, que já tinha publicado antes os jogos inovadores Drawn to Life e Lock's Quest.

A história do jogo é centrada ao redor do garoto chamado Maxwell, que conta com um caderno mágico que pode criar qualquer coisa cujo nome for escrito nele. Por alguma razão, Maxwell quer coletar "Starites", pedras em forma de estrela que ficam espalhadas pelo mundo, e para conseguí-las, ele deve usar o caderno para ultrapassar desafios.

Não me pergunte o porquê. Quem liga pra história quando você pode criar QUALQUER coisa que você consiga imaginar?

Problemas com zumbis? Pule numa máquina do tempo, volte para o passado e arrume um dinossauro.
Não, sério, dá pra fazer isso no jogo.

E é aí que o gameplay inovador surge. O jogo vem com a opção de jogar em Inglês, Espanhol, Francês e PORTUGUÊS BRASILEIRO. Hell yeah, bitches, vocês não tem desculpa para não jogar. (Embora eu ache melhor jogar em inglês, mas vá lá).

O caderno tem um vocabulário de 22802 palavras. Repetindo: VINTE E DUAS MIL OITOCENTAS E DUAS PALAVRAS. Você conhece 22802 palavras? Aposto que não. Você pode criar qualquer coisa, desde "Abraham Lincoln" até "Zooarqueologista", passando por "Brownie", "Moréia" e "Tecnécio". Ah, e o jogo conta com alguns memes! Por exemplo, dá pra escrever "Longcat" e "RickRoll"!

Longcat is long.

... Embora 70% dos níveis possam ser completados apenas com "Jetpack".

Porém o jogo não consiste simplesmente de criar objetos. Esses objetos interagem entre si! Por exemplo, eu posso escrever "lenha" e então escrever "fogo" e colocar o fogo em cima da lenha. De repente, a lenha está pegando fogo. Então eu posso escrever "água" e apagar o fogo com ela. Se eu quiser, eu posso escrever "gato" e depois escrever "cachorro", e o cachorro vai sair correndo atrás do gato. Se eu escrever "pessoa" e depois "zumbi", o zumbi vai morder a pessoa, que por sua vez vai virar outro zumbi.

É muito foda, mano.

Porém, eu sou forçado a escrachar onde escrachamento é necessário: Os controles desse jogo são uma porcaria. Você usa a stylus pra fazer uma infinidade de coisas, desde andar, voar, atirar com uma arma ou pegar alguma coisa no chão, e o jogo confunde essas coisas com MUITA frequência. Por exemplo, já teve uma vez que eu vesti meu jetpack e tentei voar através de um abismo. Maxwell simplesmente pula no abismo, cai lá embaixo e morre.


Porém isso não é mais um problema, porque no Super Scribblenauts (a sequência), você tem a opção de controlar o Maxwell usando as setas direcionais. Mesmo assim, não estamos falando de Super Scribblenauts, mas sim de Scribblenauts e por causa disso, o jogo perde alguns pontos em Gameplay.

Não, cara! Escreve "bazuca"!
Mesmo com alguns erros, eu realmente me impressionei com esse jogo. A gigantesca quantidade de palavras que ele reconhece, em conjunto com sua jogabilidade dinâmica, me conquistou. Além do mais, é bacana quando junta um pessoal tentando achar uma palavra que não esteja no jogo, só pra se decepcionar quando o jogo acerta cada uma delas.
Realmente um jogo muito interessante que merece uma chance, mesmo que seja apenas pela gameplay inovadora e inventiva. Recomendo muito para todos os donos de DS.

Save and quit.
-Ele

05 março 2011

Review: No More Heroes

0 comentários
Eae Gamerzada! (?)
 Hoje eu vou fazer um review sobre um íncrivel jogo pra wii, No More Heroes.
Na minha opinião, é um dos melhores jogos pra Wii. Gráficos estilosos, jogabilidade maravilhosa, Personagens engraçados, e com uma ótima dificuldade.

08 fevereiro 2011

Rage of the Gladiator Review

0 comentários
Oi galera!
Faz tempo que a gente não posta, mas estamos de volta!
 Hoje eu vou fazer um review sobre um jogo pra WiiWare, Rage of the Gladiator.
Esse jogo é incrível, tem gráficos ótimos, jogabilidade, história e dificuldade muito bons. Eu nem consigo acreditar que esse jogo é pra WiiWare. Tudo isso em 40 mega!?
Gráficos:
Primeiro, vou falar sobre os gráficos.
Como eu já disse acima, não dá pra acreditar que tem gráficos tão lindos em um jogo de WiiWare. Pouco serrilhado, boas cores, todos os bosses bem feitos. Gráficos ótimos.




Jogabilidade:

Existem 3 maneiras diferentes de jogar:
1: Estilo Clássico (WiiMote na horizontal)
2: Estilo normal ( WiiMote + Nunchuk )
3: Estilo com Motion+ (WiiMotionPlus + Nunchuk)
(Esse é o primeiro jogo de WiiWare compátivel com Motion Plus =O)
Todos os etilos são ótimos, a jogabilidade fica boa em todos.
Além disso, no jogo, existem vários combos diferentes e skills que aumentam ataque, HP, entre outras coisas.


Existem 3 tipos de skills diferentes: Offense, Defense e Magic. Existem várias opções pra cada tipo. Você ganha 3 pontos a cada boss que você derrota para colocar nas skills.

História:

O jogo também tem uma história muito boa, que se revela cada vez mais enquanto você joga.
Ela é sobre um reino diferente, onde existem não só humanos, mas também Dragões, Beholders e demônios.
Nesse lugar existe uma cidade onde quem governa é o seu pai, o Rei Marius.
Você é o Principe Gracius, e vivia bem de boa até que um dia aconteceu uma c@g@d@ e você acaba numa arena, e precisa lutar para sobreviver.



Dificuldade:

Esse jogo é dificil, bem dificil. E isso é ótimo pra quem reclama de falta de jogos dificeis pra Wii. são 10 bosses, cada um com habilidades bem diferentes dos outros, e um mais dificil que o outro. Se você vencer todos os bosses, você pode lutar com eles mais uma vez no Challenge Mode, só que dessa vez eles estarão mais fortes e com mais poderes. Ou seja, pra quem quer jogar mais uma vez, é ótimo.

IMA FIRIN MAH LAZOR!

Sons:

Os sons são bons, a musica e dublagem são bem legais. Os bosses as vezes falam durante as batalhas, é bem legal.

Notas finais:

Gráficos: 10
Jogabilidade: 10
História: 8
Dificuldade: 9
 Sons: 9

Nota:
9,2
Falou galera, até um outro dia, com um review de algum outro jogo.

>Save'n'quit.
-Rockweiler

26 novembro 2010

Bully

0 comentários

(Só anunciando que o hiato do TMP está acabado (pelo menos pra mim, não sei os outros escritores) e que o do OTQV (meu outro blog) também.)

Gente! Voltei depois de... Acho que mais de um mês sem dar sinal de vida pra fazer a review de OUTRO jogo pra Playstation 2.

Eu juro que jogo outras coisas.

Ok, vamos falar do jogo agora:

Bully, também conhecido como Canis Canem Edit (Cão que come cão, em latim), é um jogo de aventura, estilo "Open World" (tipo GTA, você sabe). Aliás, Bully foi inclusive feito pela mesma companhia de GTA e usando a mesma engine.

Nosso... Hã... Herói, eu acho.

O jogo conta a história de Jimmy Hopkins, um garoto que já foi expulso de várias escolas e é abandonado por sua mãe na Academia Bullworth. Logo de cara, Jimmy já repara que o lugar é um inferno e decide fazer umas mudanças, com a ajuda de Gary Smith, um outro garoto com quem ele faz amizade e quem ele tenta ajudar a se tornar o "dono da escola". Após se meter em algumas brigas com os bullys do colégio e eventualmente ser traído por Gary, Jimmy decide que apenas ele vai mandar no colégio, não importa o que tenha de ser feito.


A gameplay do jogo é interessante, embora não seja muito diferente de outros no mesmo estilo. Você anda por aí, realizando missões, fazendo upgrades em suas "armas" (bombas de fedor, pó de mico, um estilingue, um lança-foguete-de-garrafa, etcetera) e de vez em quando dando porrada em alguém por aí.

Ou você pensou que se tornar o chefe ia ser fácil?

Porém, tem algumas coisas que tornam a gameplay desse jogo diferente dos outros. Por exemplo, Jimmy está em uma escola. Ele precisa estudar! Mas não pense que o jogo é sobre estudo, mortal. As aulas se manifestam como cinco testes de cada matéria, na forma de minigames variados, que aumentam certas habilidades de Jimmy. Por exemplo, com as aulas de química, ele aprende a fazer bombas de fedor e outros produtos no seu quarto, sem precisar comprá-los. Já na aula de inglês, Jimmy aprende a se desculpar mais eficientemente para os guardas da escola e os policiais da cidade, diminuindo a chance dele ser pego por algum delito.

Eu pessoalmente aconselho fazer todas as aulas logo no começo, assim você nem precisa se preocupar com elas enquanto tenta avançar a história, mas esse sou eu.

Conhecimento é poder! Literalmente.

Pois então, se liga aí, chegou a hora da revisão: Na teleaula de hoje, vimos que Bully é um jogo com muitas opções de lugares pra ir e merda pra fazer, que utiliza uma fórmula que já é quase antiga, mas que o jogo inova, trazendo novas ideias. É um jogo excelente pra perder algumas horas da sua vida e é por isso que eu os recomendo aos donos de PS2 por aí.

Ah, e também tem versões pra Wii, X-box 360 e PC, então você não tem desculpa pra não jogar.

Save and quit.
- Ele

30 outubro 2010

The Legend of Zelda: Twilight Princess

2 comentários

E ai galera! Quero avisar que não vai mais ter AFDT por enquanto =/ mas agora, todo sábado ou domingo, vou fazer um review de algum jogo para Wii, começando hoje, com The Legend of Zelda: Twilight Princess.
LoZ: TP, um jogo tão esperado pelos fãs, controle de movimentos e tal, mas no final acabou faltando alguma coisa.



O jogo é ótimo, te prende do começo ao fim, tem uma boa história, a jogabilidade é boa, os gráficos são ótimos, mas... Não parece ser um Zelda. Talvez por ter ficado muito "Dark", talvez por falta de uma fadinha falando um monte de besteira, talvez por falta da magic meter... Enfim, é um ótimo jogo, porém não um Zelda. Falta aquela "magia" da série. Cada jogo sempre trazia uma coisa nova que sempre surpreendia e agradava aos fãs.

As duas únicas coisas novas desse LoZ foi que ele vira lobo, e o Twilight World. Mas isso também não é muito novo, porque no ALTTP, ele vira um coelho enquanto está no Dark World.

Mas o jogo não é ruim, é muito bom. Tem alguns puzzles divertidos, o sistema de movimentos é bem divertido (principalmente a pesca =D), tem uma ótima história, é um jogo longo, tem vários inimigos diverentes, bosses legais, entre outras coisas. É um jogo indispensável pra quem tem um wii. Pena que é muito facil e não tem a magia de Zelda.

Notas finais:

Gráficos: 9
Jogabilidade: 8,5
História: 8,5
Dificuldade: 5
 Sons: 9

Nota final:
8

Tchau galera, até o próximo sábado, com um review do jogo Prince of Persia: The Forgotten Sands.

Save'n'Quit.
-Rockweiler

20 setembro 2010

Okami

0 comentários
Capa da versão pra wii

E da versão pra PS2.

E aqui estou eu novamente, falando de um jogo que não teve a devida atenção.

Okami é um jogo de aventura, com certos momentos de platformer.

Primeiro vamos falar dos gráficos, que no começo não me agradaram, mas que eu aprendi a amar.


Vejam bem, caros leitores incultos, o lance é que os gráficos de Okami são baseados no estilo de pintura sumi-e, um estilo chinês que foi assimilado pela cultura japonesa. Okami de fato tem muitas referências a cultura japonesa, e esses pequenos detalhes, que não são necessários, dão todo um tempero ao jogo.

Então, eu acho que eu devo falar da história do jogo.

Há cem anos atrás, houve uma grande batalha que deu fim ao império da maligna cobra de oito cabeças, Orochi. Nessa batalha, o guerreiro Nagi e o lobo Shiranui derrotam Orochi, mas Shiranui morre na luta. Para honrar o lobo caído, uma estátua é erguida em sua homenagem.

Pula pra cem anos no futuro, ou seja, agora mesmo: Alguém soltou o selo de Orochi, e sua influência maligna começa a se espalhar por todo o Japão Nippon. Na iminência do desastre, o espírito da pessegueira, Sakuya, usa suas últimas energias e usa a estátua para invocar a loba Amaterasu, encarnação de Shiranui.

E é assim que começa a luta de Amaterasu, que mais tarde descobrimos ser a deusa do Sol, e do seu companheiro, o minúsculo pintor Isshun para derrotar Orochi e acabar com a influência maligna que cobre as terras, enquanto realiza milagres para ganhar a fé de novos seguidores, tornando Amaterasu mais potente.

A única arma que Amaterasu possui é o pincel celestial, um pincel mágico que invoca os poderes dela e dos outros deuses que ela encontra na jornada. Usando o pincel, você poderá fazer desenhos que alteram o mundo ao seu redor, transformando dia em noite (e vice versa), fatiando seus inimigos em pedaços, fazendo chover, criando bombas, invocando ventos, queimando ou congelando os oponentes. Basicamente, tudo que você sempre quis.


A sacada aí é o controle único para esse jogo, e em principal que você vai fazer praticamente todas as batalhas assim (claro, nem sempre você é forçado a usar o pincel, mas ele é TÃO LEGAL!).

Então, resumindo: Gráficos bonitos e controles inovadores. E sem falar que é um jogo de aventura muito divertido e com um gameplay muito variado: haverá sempre inimigos, puzzles e quests diferentes, que testarão tanto sua habilidade e velocidade quanto sua habilidade com o pincel celestial.

Pra terminar: Seja no PS2 ou no Wii, eu recomendo esse jogo para todos os gamers.

Save and quit.
- Ele

17 setembro 2010

Shadow of the Colossus

0 comentários
"Algumas montanhas devem ser escaladas. Outras devem ser exterminadas."

Muito bem gente, vamos falar de videogames.

E já que é para inaugurar o blog com estilo, eu vou falar desse que é, provavelmente, o meu jogo favorito.

Shadow of the Colossus (ou SotC) não é apenas um jogo. É uma obra de arte. Segundo jogo da (provável) tetralogia de Fumito Ueda, ele mantém alguns aspectos do primeiro jogo da série (Ico, quem sabe outro dia eu falo dele aqui) e melhora alguns tantos.

Dá para notar que o jogo foi feito com um zelo sem igual, não só pela estética mas pela atenção aos menores detalhes. Na realidade, logo quando Ico foi lançado, Ueda disse que a equipe caprichou de tal forma nos cenários que qualquer screenshot do jogo pareceria uma obra de arte.

Missão cumprida então.

Mas é, vamos falar do JOGO.

A história do jogo é uma sacada genial, porque ela simplesmente não existe.

Veja bem: Quando você jogar o jogo, você estará de frente para uma folha em branco. O jogo é aquilo e nada mais. O porquê do jogo ser o que é, a história, nunca é revelada. O lance é que a história do jogo deve ser criada por cada jogador, cada um criando sua história diferente.

Isso cria um nível de imersão muito satisfatório, já que você criou a motivação do personagem principal, logo, você a entende.

Mas esse não é o único motivo porque esse jogo é diferente dos outros. Ó não. Há vários motivos.


Um deles, é a ideia de solidão. Você tem a sua frente um mundo (me perdoem a piada) COLOSSAL... E nele não tem nada. Você não vai achar nada nele. É só você e seu cavalo. E alguns animais pequenos que aparecem de vez em quando. Ah, e os colossos.

Sim, você vai ter que matar isso.

O jogo não tem inimigos espalhados pelo mapa como é convencional (É, esse jogo não tem nada de convencional). O jogo tem apenas 16 inimigos, os colossos, que são esses bichotes enormes que ficam escondidos nos confins mais espalhados do mapa e que você deve escalar e matar.

É.

É.

Por último, o jogo causa uma ligação emocional muito grande, coisa que já foi explorada em Ico. Você tem esse personagem que você não controla, no caso aqui, o Agro.

O Agro é o cavalo. Você não controla ele, e as vezes ele não é o melhor dos cavalos. De vez em quando, ele vai entrar em pânico ao ver um colosso e vai começar a correr por aí. Mas de qualquer forma, sempre que você o chamar, ele virá até você. A coragem e a lealdade do cavalo são inspiradoras, e a relação de amizade entre ele e o seu dono é no mínimo tocante. Você de fato desenvolverá uma ligação emocional com o personagem principal e com seu companheiro equino, o que aumenta ainda mais a imersão.

E sem esquecer dos gigantes de pedra.

Que você mata.

Com uma espada.

Espadinha dumal.

Então é isso que eu quero dizer. Em resumo, Shadow of the Colossus é um ótimo jogo e uma experiência admirável, que eu recomendo para todos. Não só é um jogo divertido, mas também é bonito e profundo. Um conto épico de amizade, lealdade e de matar gigantes de pedra.

Save and quit.
- Ele